Antipreconceito Idadista

(GERONTOLOGIA)

I. Conformática

Definologia. O antipreconceito idadista é o posicionamento autocrítico e prático da conscin, homem ou mulher, relativo à superação da estigmatização da velhice e do preconceito idadista dirigido às pessoas idosas, por meio da autovivência dos princípios cosmoéticos do paradigma consciencial.

Tematologia. Tema central homeostático.

Etimologia. O primeiro prefixo anti vem do idioma Grego, antí, “de encontro; contra; em oposição a”. Apareceu no Século XVI. O segundo prefixo pré procede do idioma Latim, prae, “anterioridade; antecipação; adiantamento; superioridade comparativa”. O vocábulo conceito deriva também do idioma Latim, conceptus, “ação de conter; ato de receber; de reter; germinação; florescência; fruto; feto; pensamento”. Surgiu igualmente no Século XVI. O termo preconceito apareceu no Século XIX. A palavra idade é de origem controversa. Surgiu no Século XIII. O sufixo ista provém do idioma Grego, istes, designando “adepto; aderente; seguidor; partidário”.

Sinonimologia: 1. Despreconceito etário. 2. Antidiscriminação etarista. 3. Antipreconceito quanto à idade. 4. Antidiscriminação pela idade. 5. Antiprejulgamento por idade. 6. Antidadismo. 7. Antietarismo.

Antonimologia: 1. Preconceito idadista. 2. Preconceito relativo à idade. 3. Discriminação quanto à idade. 4. Discriminação etária. 5. Concepção equivocada da velhice.

Estrangeirismologia: o ageism enquanto conceito fundador do preconceito etário moderno; o anti-age como expressão da indústria estética voltada à negação da velhice; o troisième âge francês representando visão ativa e positiva da terceira idade; o senectus latino evocando a naturalidade da velhice; o eternal youth ideal promovido pelos padrões midiáticos antievolutivos.

Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento quanto ao juízo crítico cosmoético frente aos estigmas sociais da velhice.

Megapensenologia. Eis 5 megapensenes trivocabulares relativos ao tema: – Autoconsciencialidade rejuvenesce relações. Autoimagem qualifica interassistência. Idadismo bloqueia fraternismo. Interassistência vence etarismo. Lucidez supera preconceito.

Citaciologia: – Não são os anos de vida que contam, mas a vida nos anos (Abraham Lincoln, 1809–1865).

Proverbiologia. Eis 3 ditos populares evidenciando preconceito idadista – “Burro velho não aprende línguas”. “O tempo que estás a falar, mais valia estares calado”. “Deve-se temer a velhice porque ela não vem só”.

Ortopensatologia. Eis 3 ortopensatas, citadas na ordem alfabética, pertinentes ao tema:

1. “Antipreconceituação. Podemos aprender tanto com o camponês ou o agricultor, quanto com o catedrático ou o reitor. Tudo depende do nosso nível de antipreconceituação e interesse sincero nas abordagens pesquisísticas”.

2. “Envelhecimento. O envelhecimento lúcido não é doença comum e nem dessoma antecipada, mas para a conscin autorganizada pode ser a melhor fase da existência humana. A autolucidez é a essência do bem-estar”.

3. “Preconceitos. A condição harmônica da conscin é o despojamento dos preconceitos a respeito de pessoas, ideias ou palavras”.

II. Fatuística

Pensenologia: o holopensene pessoal do respeito à senioridade; o holopensene pessoal da convivência intergeracional sadia; os ortopensenes fomentadores da inclusão etária; a ortopensenidade qualificando o respeito intergeracional; os criticopensenes questionadores das crenças etaristas; a criticopensenidade fundamentadora da superação do idadismo; a importância da autopensenização hígida; a evitação da superficialidade pensênica nas interações intergeracionais; a valorização da pensenidade cosmoética no enfrentamento dos preconceitos etários; o predomínio da pensenidade lúcida e tarística nas relações multiexistenciais; a necessidade do holopensene da Reeducaciologia Intergeracional.

Fatologia: o antipreconceito idadista; a antidiscriminação da velhice; a antipreconcepção quanto às capacidades do idoso; a evitação do julgamento precipitado quanto ao geronte lúcido; a solidariedade quanto à longevidade dependente; a antiestigmatização da terceira idade pela redução da capacidade funcional; o preparo para a longevidade sadia e lúcida; a estimativa de 1 indivíduo a cada 2 no mundo manifestar atitudes idadistas contra pessoas idosas, segundo o Relatório Mundial sobre Idadismo (Ano-base: 2021); a reeducação frente aos estigmas da velhice; a possibilidade de ressignificação da velhice como fase de amplificação da interassistência; a necessidade de reciclagem das autoconvicções limitantes sobre o envelhecimento; a educação intergeracional favorecendo o combate ao idadismo; a transformação institucional frente às práticas excludentes; a inversão da pirâmide demográfica mundial decorrente do crescimento da população idosa; o desafio global de inclusão do idoso na vida social e profissional.

Parafatologia: a autovivência do estado vibracional (EV) profilático auxiliando na lucidez quanto à evitação dos preconceitos favorecendo a intercompreensão; a desassimilação energética na profilaxia da senilidade; a inspiração extrafísica para o esclarecimento intergeracional; a influência dos amparadores extrafísicos na desconstrução de crenças idadistas; a vivência da projeção lúcida reveladora de contextos assistenciais junto às consciências de múltiplas idades; a ampliação da autovivência da interassistência extrafísica fundamentada no universalismo etário; o parapsiquismo interassistencial aplicado às interrelações intergeracionais.

III. Detalhismo

Sinergismologia: o sinergismo maturidade consciencial–aceitação das diferenças; o sinergismo respeito intergeracional–convivência sadia; o sinergismo empatia-despreconceituação; o sinergismo sabedoria de vida do idoso–lucidez vivenciada do jovem na qualificação do diálogo evolutivo; o sinergismo das relações intergeracionais lúcidas.

Principiologia: o princípio da descrença (PD) aplicado; o princípio da multiexistencialidade ampliando a visão sobre o curso evolutivo pessoal; o princípio da valorização da senioridade enquanto conduta de convivialidade fraterna de valor evolutivo; o princípio da equidade intergeracional favorecendo a troca de experiências; o princípio da grupalidade evolutiva; o princípio do universalismo superando barreiras etárias, culturais e ideológicas.

Codigologia: o código pessoal de Cosmoética (CPC)aa fundamentando a interassistencialidade intergeracional; o código grupal de Cosmoética (CGC) elaborado a partir da convivência respeitosa entre gerações; o código da reeducação contínua contra os estereótipos etários.

Teoriologia: a teoria da reciclagem intraconsciencial fundamentada no posicionamento autocrítico; a teoria da desconstrução de estigmas cronológicos; a teoria do autexemplo cosmoético enquanto ferramenta de superação do preconceito; a teoria do paradigma consciencial aplicada à inclusão etária; a teoria do universalismo consciencial frente às diferenças evolutivas.

Tecnologia: a técnica de identificação e superação do idadismo intraconsciencial; a técnica do exemplarismo pessoal antidiscriminatório em ambientes multietários; a técnica da reeducação intergeracional; a técnica da convivência interassistencial entre gerações; a técnica da escuta ativa em rodas intergeracionais; a técnica de mentoria reversa entre jovens e idosos; a técnica de mediação de conflitos geracionais; a técnica de educação continuada para a longevidade produtiva; as técnicas de promoção do envelhecimento ativo aplicadas por instituições educacionais e culturais; a técnica do desassédio grupocármico por meio do respeito à maturidade etária.

Voluntariologia: o voluntariado conscienciológico da dupla reciclante-inversor; o voluntariado técnico-científico antidogmático; o voluntariado cosmoético antidiscriminatório; o voluntariado tarístico esclarecedor; o voluntariado sênior ativo; o voluntariado do jovem interassistencial.

Laboratoriologia: o laboratório conscienciológico da Reeducaciologia; o laboratório conscienciológico da Conviviologia; o laboratório conscienciológico da Interassistenciologia; o laboratório conscienciológico da Autocosmoeticologia; o laboratório conscienciológico da Autopensenologia; o laboratório conscienciológico da Grupocarmologia; os laboratórios conscienciológicos do desassédio mentalsomático (Tertuliarium, Holociclo e Holoteca).

Colegiologia: o Colégio Invisível da Longevologia; o Colégio Invisível da Autopesquisologia.

Efeitologia: os efeitos libertadores da reciclagem intraconsciencial quanto aos preconceitos etários; os efeitos interassistenciais da inclusão da conscin idosa nas atividades grupocármicas evolutivas; os efeitos nocivos da perpetuação silenciosa do idadismo institucionalizado.

Neossinapsologia: o desenvolvimento de neossinapses relativas à superação do idadismo intraconsciencial; a reformulação de neossinapses quanto à valorização da interassistencialidade intergeracional; as neossinapses promovidas pela ressignificação da velhice enquanto etapa útil da proéxis; a criação de neossinapses relativas ao reconhecimento da multiexistencialidade e do Curso Intermissivo (CI) independente da idade intrafísica.

Ciclologia: o ciclo autocriticidade–desconstrução de preconceitos–reciclagem pensênica; o ciclo assistencial ressignificação–inclusão–reeducação intergeracional; o ciclo reeducativo preconceito etário–autoquestionamento–cosmoeticidade; a superação do ciclo cronocentrismo– –generalização–exclusão etária; a saída do ciclo de menosvalia associada à senioridade.

Enumerologia: o idadismo institucionalizado; o idadismo estigmatizante; o idadismo autodesqualificador; o idadismo identificado e questionado; o idadismo superado pela reeducação pensênica; o idadismo ressignificado pela valorização da maturidade consciencial; o antipreconceito idadista lúcido.

Binomiologia: o binômio inclusão etária–universalismo consciencial; o enfrentamento lúcido do binômio autoimagem envelhecida–autoposicionamento reativo; a reciclagem pensênica quanto ao binômio cronocentrismo–generalização etária; a superação assistencial do binômio exclusão social–desvalorização da veteranice; a atenção ante o binômio preconceito sutil–omissão assistencial.

Interaciologia: a interação reconhecimento da veteranice–valorização da experiência consciencial; a interação inclusão etária–reeducação pensênica; a interação conscin geronte– –conscin jovem–amparador extrafísico; a interação multietária grupocármica no contexto das atividades interassistenciais educativas; a interação profilática autoquestionamento–enfrentamento do idadismo sutil.

Crescendologia: o crescendo percepção superficial da idade cronológica–valorização da maturidade consciencial; o crescendo idadismo implícito–autodesassédio intergeracional– –universalismo consciencial; o crescendo reciclogênico preconceito etário–reeducação pensênica–solidariedade lúcida; a superação gradual do crescendo automenosvalia–autorrespeito–autestima cosmoética nas fases da senioridade.

Trinomiologia: o trinômio idade cronológica–maturidade consciencial–produtividade proexológica.

Polinomiologia: o polinômio preconceito-ignorância-generalização-conflitividade; a desconstrução mentalsomática do polinômio estereótipo etário–rotulagem etária–autocensura– –autodepreciação.

Antagonismologia: o antagonismo valorização da experiência / desvalorização da senioridade; o antagonismo empatia intergeracional / exclusão etária velada; o antagonismo holopensene universalista / holopensene cronocêntrico excludente; o antagonismo convivência lúcida multigeracional / segregação etária disfarçada; o antagonismo maturidade evolutiva / estereótipo de improdutividade senil.

Paradoxologia: o paradoxo de a longevidade biológica poder ser vista enquanto incapacidade, quando pode representar maturidade evolutiva; o paradoxo de a experiência de vida poder ser ignorada em favor da inexperiência juvenil; o paradoxo de a conscin longeva possuir maior bagagem vivencial e poder ser subestimada em contexto evolutivo.

Politicologia: a gerontocracantoia; a assistenciocracia; a interassistenciocracia; a conscienciocracia; a cosmoeticocracia; a cognocracia; a lucidocracia; a democracia da intercompreensão evolutiva.

Legislogia: a lei da Cosmoética; a lei da convivialidade interassistencial; a lei da evolução consciencial contínua; a lei da retribuição evolutiva; a Recomendação N. 2 / 2019, de 17.07.2019, do Conselho Nacional de Educação de Portugal, estabelecendo Política de Educação e Formação de Adultos; o Plano de Ação de Envelhecimento Ativo e Saudável de Portugal (Resolução do Conselho de Ministros N. 14 / 2024, de 12.01.2024); a Recomendação da Assembleia da República ao Governo Portugal, de medidas de combate ao idadismo (Resolução da Assembleia da República N. 50 / 2025, de 25.02.2025).

Filiologia: a conviviofilia; a conscienciofilia; a fraternofilia; a grupocarmofilia; a reeducaciofilia; a longevofilia; a universalismofilia.

Fobiologia: a cronofobia existencial; a gerascofobia irracional associada à rejeição da maturidade física e ao temor de perda da vitalidade; a gerontofobia institucionalizada impedindo o aproveitamento lúcido da longevidade; a ritidofobia ligada à rejeição das transformações físicas com o passar dos anos; a nosofobia reforçando o preconceito de a pessoa idosa sempre ser doente ou incapaz; a tanatofobia projetando a velhice enquanto sinônimo de finitude; a ausência de futurofobia.

Sindromologia: a síndrome da ruína iminente; a síndrome de Hakim; a síndrome da infantilização da pessoa idosa; a síndrome da exaltação da juventude; a síndrome da autodesvalorização; a síndrome da exclusão social; a síndrome do medo da longevidade improdutiva.

Maniologia: a mania de arrogância e desprezo em relação às pessoas idosas; a egomania; a sofomania impeditiva do reconhecimento do saber experiencial acumulado pelas consciências mais maduras; a clinomania contribuindo para a construção de estereótipos negativos associados à inatividade do idoso; a assediomania impondo ideias e crenças sobre os mais velhos; a admiromania direcionada unicamente à juventude e aparência física, em detrimento da valorização da velhice; a mania de desprezo pelos conhecimentos oriundos da vivência e da interassistência.

Mitologia: o mito de envelhecer ser sinônimo de adoecer; o mito de a produtividade e a criatividade diminurem com a idade; o mito de toda pessoa idosa ser dependente e incapaz; o mito de a juventude representar valor superior à maturidade; o mito de as pessoas idosas serem resistentes à mudança e à evolução; o mito de o conhecimento útil só vir da formação acadêmica recente; o mito da obsolescência da pessoa idosa na Sociedade tecnológica; o mito de a convivência intergeracional ser difícil e improdutiva; o mito de o tempo útil da vida terminar com a aposentadoria; o mito de a invisibilidade social da velhice ser natural.

Holotecologia: a convivioteca; a reeducacioteca; a traforoteca; a somatoteca; a psicossomatoteca; a cosmoeticoteca; a socioteca; a gerontoteca.

Interdisciplinologia: a Gerontologia; a Longevologia; a Conviviologia; a Energossomatologia; a Parapatologia; a Recinologia; a Seriexologia; a Cosmoeticologia; a Sociologia; a Interassistenciologia.

IV. Perfilologia

Elencologia: a conscin longeva; a conscin interassistencial; a conscin reeducadora; a conscin autopesquisadora; a conscin empática; a conscin reciclante; a conscin com senso paradireitológico; a conscin teática do universalismo; a conscin veterana; a conscin aprendente; a conscin pró-inclusiva; a conscin crítica cosmoética; a conscin amparadora; o ser intergeracional.

Masculinologia: o conscienciólogo interassistencial; o epicon lúcido; o professor veterano; o intermissivista reciclante; o verbetógrafo pró-longevidade; o pesquisador da reeducação; o revezador lúcido; o ativista da intergeracionalidade; o escritor tarístico; o amparador extrafísico; o filósofo alemão Arthur Shopenhauer (1788–1860); o médico português Fernando de Pádua (1927–2022).

Femininologia: a consciencióloga interassistencial; a epicon lúcida; a professora veterana; a intermissivista reciclante; a verbetógrafa pró-longevidade; a pesquisadora da reeducação; a revezadora lúcida; a ativista da intergeracionalidade; a escritora tarística; a amparadora extrafísica; a educadora e autora Maria Montessori (1870–1952); a investigadora portuguesa de neuroendocrinologia e envelhecimento Cláudia Cavadas (1967–).

Hominologia: o Homo sapiens interassistentialis; o Homo sapiens cosmoethicus; o Homo sapiens reeducator; o Homo sapiens recyclator; o Homo sapiens empathicus; o Homo sapiens maturus; o Homo sapiens serenissimus; o Homo sapiens universalis; o Homo sapiens semperaprendens.

V. Argumentologia

Exemplologia: antipreconceito idadista incipiente = o convívio respeitoso com idosos buscando a compreensão sobre as condições próprias da velhice; antipreconceito idadista avançado = o convívio respeitoso com idosos assentado na valorização da experiência e da sabedoria do geronte com incentivo a atividades profissionais, culturais, tecnológicas, sociais ou proexológicas.

Culturologia: a cultura do respeito à maturidade consciencial; a cultura da Cosmoética; a cultura da Proexologia centrada na longevidade útil; a cultura do esclarecimento quanto ao idadismo; a cultura da reflexão sobre o envelhecimento; a cultura do estudo da intergeracionalidade lúcida; a cultura da dignidade pessoal independente da idade; a cultura da autoimagem positiva na maturidade.

Tabelologia. Conforme a Conviviologia, eis, por exemplo, em ordem alfabética, 10 cotejos entre o antipreconceito idadista, a indiferença ao idoso e o idadismo nas relações interconscienciais em geral:

Cotejo Antipreconceito Idadista / Indiferença ao Idoso / Idadismo
N.ºAntipreconceito IdadistaIndiferença ao IdosoIdadismo
01.Atualização contínuaEstagnação culturalRotulagem de obsolescência
02.Convivência sadiaDistanciamento socialExclusão social
03.CosmoéticaSilêncio omissivoDiscriminação etária explícita
04.EmpatiaDesinteresse relacionalMenosprezo à velhice
05.Escuta ativa do idosoDesatenção, insensibilidadeFrieza, distanciamento
06.InterassistênciaNeutralidade efetivaNegligência
07.Reconhecimento socialDescaso veladoInvisibilidade do idoso
08.RespeitoTolerânciaDiscriminação
09.UniversalismoRelativismoExclusivismo juvenil
10.Valorização da experiênciaDesconsideração da capacidadePrejulgamento acrítico

Condutas. Sob a ótica da Recinologia, eis, por exemplo, em ordem alfabética, 17 condutas ou posturas favorecedoras do antipreconceito idadista:

01. Abertismo. Predisposição para interações intergeracionais sem julgamentos prévios.

02. Acolhimento. Ausência de atitudes excludentes embasadas na idade.

03. Autenticidade. Posicionamento claro e exemplar diante de manifestações idadistas.

04. Autopensenidade. Erradicação de ideias discriminatórias quanto à idade cronológica.

05. Autorreeducabilidade. Capacidade de rever crenças etaristas e recicla-lás cosmoeticamente.

06. Compreensão. Uso consciente de linguagem desprovida de preconceitos etários.

07. Cosmoética. Respeito às diferentes fases da vida humana, evitando infantilizações ou marginalizações.

08. Cuidado. Atuação profilática junto a grupos vulneráveis ao idadismo.

09. Discernimento. Identificação de oportunidades de ajuda entre gerações.

10. Engajamento. Participação em ações inclusivas quanto à diversidade etária.

11. Equidade. Valorização da diversidade sem infantilização ou supervalorização artificial.

12. Expressão. Fala e conduta equilibradas, sem reforço de estereótipos etários.

13. Fraternismo. Vivência lúcida do antipreconceito idadista.

14. Interassistência. Prática da ajuda mútua entre gerações, com empatia e acolhimento.

15. Intercompreensão. Predisposição ao entendimento das experiências de vida diversas.

16. Recin. Reformulação profunda de crenças etaristas arraigadas.

17. Universalismo. Valorização das singularidades conscienciais acima das categorias etárias.

Terapeuticologia. Sob a ótica da Reeducaciologia, a supressão de preconcepções quanto à idade requer ressignificação pessoal e grupal sobre o envelhecimento somático da conscin, por meio da convivialidade sadia, interaprendizados entre gerações, valorização das experiências e interassistência lúcida. Eis, por exemplo, em ordem alfabética, 10 condutas facilitadoras do antipreconceito idadista:

01. Abertismo. Atuação interassistencial fundamentada em universalismo etário.

02. Autaceitação. Autodesassédio em relação à imagem corporal, mental e energética na maturidade.

03. Autánalise. Autodiagnóstico conscienciométrico dos autopreconceitos idadistas arraigados.

04. Autovalor. Autorreeducação continuada quanto à valorização das múltiplas fases da vida.

05. Convívio. Facilitação de trocas intergeracionais por meio de atividades assistenciais.

06. Emocionalidade. Desdramatização da velhice considerando ser etapa evolutiva produtiva.

07. Inclusão. Participação em atividades grupais com diversidade etária.

08. Proveito. Aproveitamento lúcido da longevidade como oportunidade proexológica.

09. Tares. Exposição assistencial esclarecedora sobre idiotismos culturais cronológicos.

10. Time. Atenção plena às reciclagens existenciais impostergáveis.

VI. Acabativa

Remissiologia. Pelos critérios da Mentalsomatologia, eis, por exemplo, na ordem alfabética, 15 verbetes da Enciclopédia da Conscienciologia, e respectivas especialidades e temas centrais, evidenciando relação estreita com o antipreconceito idadista, indicados para a expansão das abordagens detalhistas, mais exaustivas, dos pesquisadores, mulheres e homens interessados:

01. Abandono ao idoso: Intergeraciologia; Nosográfico.

02. Abertismo consciencial: Evoluciologia; Homeostático.

03. Autopreconceito: Antievoluciologia; Nosográfico.

04. Conflito de gerações: Intergeraciologia; Neutro.

05. Descrenciologia: Experimentologia; Homeostático.

06. Geronte proexista: Proexologia; Homeostático.

07. Interação ressoma–reciclagem intraconsciencial: Ressomatologia; Homeostático.

08. Preconceito: Parapatologia; Nosográfico.

09. Preconceito contra o idoso: Preconceitologia; Nosográfico.

10. Propósito de vida do idoso: Proexologia; Homeostático.

11. Reeducação consciencial: Reeducaciologia; Homeostático.

12. Síndrome da exaltação da juventude: Parapatologia; Nosográfico.

13. Universalismo conviviológico: Universalismologia; Homeostático.

14. Velhice assumida: Autodiscernimentologia; Homeostático.

15. Violência contra o idoso: Conflitologia; Nosográfico.

A PRÁTICA DO ANTIPRECONCEITO IDADISTA É MARCADOR EVOLUTIVO DO DESENVOLVIMENTO DA INTERCOOPERAÇÃO ENTRE GERAÇÕES, QUALIFICANDO O HOLOPENSENE PESSOAL E GRUPAL E A INTERASSISTÊNCIA.

Questionologia. Você, leitor ou leitora, busca desenvolver a criticidade cosmoética e fraterna ante preconceitos sociais? Quais posturas pessoais devem ser recicladas nas interações intergeracionais?

Bibliografia Específica

1. Vieira, Waldo; Dicionário de Argumentos da Conscienciologia; revisores Equipe de Revisores do Holociclo; 1.572 p.; 1 blog; 21 E-mails; 551 enus.; 1 esquema da evolução consciencial; 18 fotos; glos. 650 termos; 19 websites; alf.; 28,5 x 21,5 x 7 cm; enc.; Associação Internacional Editares; Foz do Iguaçu, PR; 2014; página 148.

2. Idem; Homo sapiens pacificus; revisores Equipe de Revisores do Holociclo; 1.584 p.; 24 seções; 413 caps.; 403 abrevs.; 38 E-mails; 434 enus.; 484 estrangeirismos; 1 foto; 37 ilus.; 168 megapensenes trivocabulares; 1 microbiografia; 36 tabs.; 15 websites; glos. 241 termos; 25 pinacografias; 103 musicografias; 24 discografias; 20 cenografias; 240 filmes; 9.625 refs.; alf.; geo.; ono.; 29 x 21,5 x 7 cm; enc.; 3a Ed. Gratuita; Associação Internacional do Centro de Altos Estudos da Conscienciologia (CEAEC); & Associação Internacional Editares; Foz do Iguaçu, PR; 2007; página 652.

3. Idem; Léxico de Ortopensatas; revisores Equipe de Revisores do Holociclo; CEAEC; & EDITARES; 3 Vols.; 2.084 p.; Vols. I, II e III; 1 blog; 652 conceitos analógicos; 22 E-mails; 19 enus.; 1 esquema da evolução consciencial; 17 fotos; glos. 7.518 termos; 1.811 megapensenes trivocabulares; 1 microbiografia; 25.183 ortopensatas; 2 tabs.; 120 técnicas lexicográficas; 19 websites; 28,5 x 22 x 13 cm; enc.; 2a Ed. rev. e aum.; Associação Internacional Editares; Foz do Iguaçu, PR; 2019; páginas 121, 730 e 1.603.

Webgrafia Específica

1. Diário da República de Portugal; Regime Jurídico do Maior Acompanhado; Lei N. 73 / 2019, 1ª série, N. 164; 28.08.2019; Artigo; Revista; S. L.; S.D.; disponível em: <https://diariodarepublica.pt/dr/detalhe/lei/49-2018116043536>; acesso em: 29.06.2025; 14h29.

2. Diário Oficial da República Federativa do Brasil; O Estatuto do Idoso; Tabloide; Lei N. 10.741; 40 enus.; 01.01.2004; Brasília, DF; disponível em: <https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/l10.741.htm>; acesso em: 23.05.2025; 20h45.

3. Organização Mundial de Saúde (OMS); Relatório Global sobre o Idadismo; 2021; disponível em: <https://www.who.int/publications/i/item/9789240016866>; acesso em: 29.06.2025; 14h20.

J. F. L.